Compositor: OHTORA / New k
Uma distopia ligeiramente distorcida
O barulho incessante se torna uma sinfonia
Dentro de uma gaiola caótica
Conquistei uma fraca chama de esperança
Os ideais que abandonei e meu instinto livre
Camadas moldam essa realidade séria
Palavras sem destino continuam correndo
Rebelando-se no fundo das pálpebras
Mesmo quando estou prestes a desmoronar
Me lanço com tudo e agarro com força
Desejo intensamente ser forte
Mesmo que me perca neste mundo em névoa
Não se deixe enganar por ilusões
Não pare de seguir em frente
Até mesmo emoções desprotegidas podem ser aliadas
Expectativas ofuscantes, ansiedades sufocantes
Basta lançá-las ao futuro
Enquanto o gradiente da alvorada emerge
Vamos libertar cada fragmento de amor
E até mesmo engolir toda a adversidade
O canário que se calou
Quando percebi, a noite já havia chegado
Uma lâmina afiada pela vingança
Preciso escapar imediatamente
Avesso, direito, passado, presente
Elevadores cruzando seus caminhos
A esperança alojada nas minhas costas
Agarra meu coração e não o solta
O sonho que deixei para trás
Não pode acabar apenas como uma lembrança
A baixa pressão que roçou meus dedos
Agora se dissolve na luz radiante
Conquiste a liberdade nesta luta incessante
No fim do mundo tingido em cores vibrantes
Com um brilho que nunca se apagará
Com um olhar inabalável
Rasgo os céus nublados e danço sem hesitação
Mesmo um desfecho incerto
Pode ser recebido com serenidade
A distorção ressoa no barulho ao redor
Nossa história, sob os olhares das estrelas
Atravessará milhares de noites, levando todas as orações
E seguirá rumo ao amanhã
Não se deixe enganar por ilusões
Não pare de seguir em frente
Até mesmo emoções desprotegidas podem ser aliadas
Expectativas ofuscantes, ansiedades sufocantes
Basta lançá-las ao futuro
Enquanto o gradiente da alvorada emerge
Vamos libertar cada fragmento de amor
E até mesmo engolir toda a adversidade